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Chinesa BYD deve dobrar produção de painéis solares no Brasil este ano

  • grupomotaservicos
  • 13 de jan. de 2020
  • 2 min de leitura
Chinesa BYD deve dobrar produção de painéis solares no Brasil este ano

Decisão foi estimulada pelo otimismo do mercado brasileiro e pela queda nos preços dos equipamentos

A fabricante chinesa BYD anunciou que planeja aumentar significativamente a produção de painéis solares no Brasil este ano. Segundo informações da Reuters, esse investimento deve-se principalmente pelo otimismo do mercado brasileiro e pela constante queda nos custos de componentes.

Há apenas dois anos no Brasil, com uma fábrica de equipamentos fotovoltaicos em Campinas (SP), a BYD já planejou dobrar a produção a partir de 1 de fevereiro. “Falta definir algumas ações, mas já está certo dobrar a produção em relação ao produzido em 2019”, disse à Reuters o diretor de Marketing e Sustentabilidade da BYD no Brasil, Adalberto Maluf. 

Não foram divulgados números, mas, segundo ele, o aumento do corpo de colaboradores conduzirá a maior parte do aumento de produção. “Já tínhamos um turno estendido, e agora serão dois turnos estendidos. Então, estamos dobrando a compra de insumos e aumentando em 50% os funcionários”, acrescentou. 

A BYD espera que as fábricas de painéis solares instaladas no Brasil alcancem juntas uma participação de 35% no mercado doméstico neste ano, contra 20% em 2019. Essa expectativa deve-se à queda nos custos de insumos trazidos da China para a montagem dos painéis, num momento em que é observado uma redução no ritmo de construção de parques solares no país asiático. 

Para se ter uma ideia, a instalação de novas usinas fotovoltaicas na China em 2019 caiu ao menor ritmo em cinco anos, com 16 gigawatts adicionados entre janeiro e setembro. Apesar disso, esse volume ainda é bastante representativo na comparação com o Brasil, que tem apenas 2,5 gigawatts em grandes usinas da fonte hoje em operação. Porém, o menor volume de instalação na China deixou fabricantes com uma sobreoferta que reduziu preços e levou a busca por mercados para exportação. 

“Demos uma respirada, já que as células de maior qualidade e mais caras caíram de preço. Dessa maneira, neste ano estamos trazendo insumos mais baratos, com um preço mais próximo do painel importado, e por isso decidimos aumentar a produção”, disse Maluf. 

Outra medida que ajudará na redução de custos é uma resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex) brasileira, que em 31 de dezembro zerou impostos de importação para células solares.


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