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Chineses ampliam participação no mercado de energia solar no País

  • grupomotaservicos
  • 8 de fev. de 2020
  • 2 min de leitura

Em parceria com distribuidores, fabricantes da China se espalham rapidamente com grandes projetos em geração solar distribuída

O boom de investimentos dos chineses em energia solar fotovoltaica continua pujante no Brasil. A JinkoSolar, BYD e CGN estão num ritmo acelerado para aumentar sua capacidade de fabricação de módulos solares no País. O grande potencial nacional para essa fonte e a contínua queda nos preços dos equipamentos são atrativos para as gigantes chinesas apostarem no território brasileiro.

Em janeiro, a empresa chinesa JinkoSolar Holding, que opera no Brasil desde 2012, anunciou que poderia vender 1 GW de painéis solares no País em 2020, aumentando as vendas rapidamente ao longo do ano, uma vez que somou apenas 100 MW no primeiro trimestre. 

Por enquanto, a empresa chinesa tem 12% de participação do total de 1,3 GW de geração distribuída solar adicionado à rede brasileira em 2019. Quando alcançar sua meta de 1 GW representará uma fatia muito maior do mercado.

O gerente geral da JinkoSolar para a América Latina, Alberto Cuter, destaca que o mercado brasileiro de GD representa a peça chave para a Jinko na América Latina e está crescendo de forma impressionante. 

Desde 2015 no Brasil, a BYD de Shenzhen também trabalha para dobrar sua produção de painéis solares em sua fábrica de Campinas. Sua meta é aumentar a participação de mercado que era de 20% no ano passado para 35% em 2020. “A queda nos custos dos componentes e a atratividade do mercado brasileiro levaram à decisão”, disse o diretor de marketing e sustentabilidade da empresa para o Brasil, Adalberto Maluf. 

A BYD desenvolve projetos de geração própria, incluindo a usina solar de Araçatuba, no estado de São Paulo, para abastecer clientes comerciais. A empresa trabalha agora com uma variedade de distribuidores no país, incluindo a Alsol, com quem comercializa uma unidade solar integrada de 400 kW com uma bateria de 1,36 MWh, permitindo o armazenamento da eletricidade produzida durante o dia para uso à noite.

A companhia também pretende construir uma nova fábrica de baterias de lítio no Brasil para abastecer veículos elétricos, incluindo frotas de ônibus em São Paulo, Brasília e outras cidades. Inclusive, em 2018, São Paulo recebeu os primeiros ônibus elétricos puros, com eletricidade fornecida pelo próprio projeto solar da BYD.

Mais de 45 mil ônibus BYD operam em todo o mundo com as baterias de lítio da empresa, permitindo que os veículos, com capacidade para transportar 80 passageiros, circulem 250km com uma única carga. 

Outra chinesa a apostar no país é a CGN Energy International Holdings que, em junho de 2019, investiu US$ 776 milhões na compra de 540 MW de energia renovável brasileira, gerando capacidade da Enel italiana, contemplando os projetos solares 292MW Nova Olinda e 158MW Lapa, além do parque eólico Cristalândia de 90 MW. 

No acordo, a CGN assumirá os três contratos de compra de energia de 20 anos (PPAs) com um preço de cerca de US$ 0,08/kWh que vai até 2035. A Enel vai continuar fornecendo suporte de operação e manutenção nos projetos. A empresa italiana quer usar os recursos para desenvolver novos projetos de energia renovável no Brasil, assim como o parque solar de São Gonçalo, de 475 MW, que está em construção e deverá entrar em operação este ano.


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