top of page

Eletrobras patrocina expansão do laboratório de energia solar da Universidade Federal de Santa Catar

  • grupomotaservicos
  • 5 de jun. de 2020
  • 2 min de leitura

Instituição vai receber R$ 1 milhão para a construção de um novo complexo científico 

O laboratório fotovoltaico da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) vai receber R$ 1 milhão para o desenvolvimento de um projeto de expansão. A obra será financiada pela Eletrobras e o processo foi contemplado pela Chamada Pública PROCEL Edifica – NZEB Brasil da Eletrobras no âmbito do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica – PROCEL.

Ao todo, participaram da audiência pública 13 pesquisadoras e pesquisadores da área de energia solar fotovoltaica e de eficiência energética em edificações, sob coordenação da pesquisadora Clarissa Zomer e supervisão do professor Ricardo Rüther, coordenador do laboratório. A nova estrutura do laboratório terá 1.190 metros quadrados de área construída e foi projetada pelas arquitetas Clarissa Zomer e Isadora Custódio, respectivamente pós-doutoranda e doutoranda do laboratório. 

A ideia do novo projeto é instalar um edifício que funcionará como equipamento de pesquisa e que irá se relacionar funcionalmente com o atual Laboratório Fotovoltaica da Universidade.  Este novo prédio terá um grande banco de baterias de íons de Lítio para armazenamento de energia fotovoltaica (FV ) e duas grandes coberturas FV desempenharão o papel de proteger o banco de baterias das intempéries, gerar eletricidade a partir do Sol para alimentar as novas cargas, bem como testar e demonstrar a utilização de módulos FV com diferentes funções.

Além disso, o projeto de arquitetura terá uma integração fotovoltaica do tipo BIPV (building-integrated photovoltaic system), onde os módulos atuarão como telha nas coberturas e como elementos de sombreamento nas fachadas, ou seja, terão a função de vedação e sombreamento, além da geração energética. Uma das coberturas fotovoltaicas será utilizada como elemento sombreador da laje de cobertura do bloco edificado, minimizando significativamente os ganhos térmicos pela cobertura.

Todo o conceito do projeto foi baseado nas questões de sustentabilidade dos materiais empregados, nas aplicações de estratégias bioclimáticas e nas medidas de eficiência energética adotadas, além da integração dos ambientes externos e internos e adoção da planta livre, a qual proporciona flexibilidade de usos para a edificação.

A nova edificação foi avaliada pelo método prescritivo e de simulação usando a nova metodologia para etiquetagem de edificações comerciais, obtendo resultados para uma edificação nível A e ZEB.  Quando comparada com a edificação de referência, a edificação proposta apresentou 61% de redução de carga térmica de resfriamento, 71% de economia do sistema de condicionamento de ar e 52% de redução de potência instalada de iluminação. Em relação ao consumo de energia primária, a redução foi de 37,4%.

Todo o investimento só foi possível porque a Eletrobras buscou selecionar até quatro beneficiários que apresentassem projetos de edificações NZEB (da sigla em inglês Near Zero Energy Building), que são edificações de alta eficiência energética com geração distribuída de fonte renovável associada e que alcançam um balanço anual energético próximo a zero. A partir da inauguração da edificação, ela estará disponível para visitação para demonstrar seu projeto e funcionamento, disseminando, assim, conhecimento sobre projetos de NZEB.


quanto-custa-a-energia-solar

Comentários


Formulário de Inscrição

Obrigado pelo envio!

71997324495

©2020 por Grupo Mota Serviços e Soluções Elétrica. Orgulhosamente criado com Wix.com

bottom of page