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Energia solar chega a quase triplicar no Espírito Santo

  • grupomotaservicos
  • 6 de fev. de 2020
  • 2 min de leitura

Potência instalada no estado cresceu 281% em 2019 e hoje ocupa a 14º no ranking nacional, com 36,9MW, o que corresponde a 1,9% do total no país

A potência instalada de energia solar quase triplicou no Espírito Santo em 2019, superando expectativas de empreendedores do setor. Segundo dados da Associação Brasil de Energia Solar Fotovoltaica (ASOLAR), no ranking nacional de geração fotovoltaica distribuída, o Estado ocupa o 14º lugar, com 36,9 MW, o que corresponde a 1,9% do total no país. 

Na liderança do ranking está Minas Gerais, com 362,7MW (18,8%), seguido pelo Rio Grande do Sul, com 252,4 (13,1%), São Paulo, com 229,5 MW (11,9%); e Paraná, com 205,6 MW (10,7%). 

Em maio de 2019, a potência instalada no Espírito Santo era de 13,1MW e a expectativa era de fechar o ano com um aumento de 250% na capacidade instalada. Porém, como essa potência subiu para 36,9MW, houve um aumento de 281%. E a projeção é manter esse crescimento, acompanhando a evolução do setor no País.

A energia solar tem crescido muito nos últimos quatro anos. Para Rafael Castro, integrante do projeto de extensão universitária Solares, desenvolvido por estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), como a produção de placas e equipamentos aumentou, o custo de produção diminuiu e há mais empresas investindo, mais conhecimento acumulado, alcançando hoje um crescimento exponencial. “Esse crescimento deve manter-se, pois não chegamos nem a fazer cócegas no potencial de geração distribuída do país”, avalia.

No início de janeiro deste ano, o Brasil atingiu a marca de dois gigawatts (GW) em geração distribuída fotovoltaica. Mas segundo a ABSOLAR esse número é pequeno para as características do Brasil. Em comunicado recente da entidade sobre  a intenção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de “taxar a energia solar”, ou seja, alterar as regras vigentes – estabelecidas na Resolução Normativa 482/2012 da Aneel – aumentado os valores cobrados aos produtores de energia fotovoltaica o, o presidente-executivo da associação, Rodrigo Sauaia, ressaltou a necessidade de “um marco regulatório que dê mais segurança ao investidor e “desfaça a insegurança jurídica que paira sobre o mercado”.

Hoje, o produtor de energia fotovoltaica injeta na rede da distribuidora local a quantidade produzida e a distribuidora devolve a energia gerada. A única taxa paga está relacionada ao uso do sistema da concessionária que opera na região. A proposta da Aneel seria aumentar as taxas cobradas sobre o consumo da energia retornada ao produtor individual. Agora, a Câmara está elaborando novas regras em relação a essa discussão e deve ser votada em março.

O boom de crescimento ocorre principalmente na geração distribuída, como é o caso do Espírito Santo, onde a energia solar está presente, exclusivamente, nessas unidades individualizadas.


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