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Pesquisadores norte-americanos desenvolvem processo que torna painel solar mais eficiente

  • grupomotaservicos
  • 9 de set. de 2019
  • 1 min de leitura

Descoberta permite uma amplificação efetiva da eletricidade gerada por fóton por uma célula fotovoltaica

A descoberta de células fotovoltaicas capazes de produzir dois elétrons para cada fóton (fissão de singleto), por pesquisadores da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, promete trazer uma nova geração de painéis solares mais eficientes.

Com o novo projeto para materiais de fissão de singleto, os pesquisadores, sintetizaram moléculas orgânicas capazes de gerar dois excítons que podem viver por muito mais tempo (mais de mil vezes) do que aqueles gerados a partir dos mesmos dispositivos inorgânicos.

Dessa forma, com um tempo de vida maior, na faixa dos 20 microssegundos, esses excítons permitem uma amplificação efetiva da eletricidade gerada por fóton por uma célula solar.

Hoje, todos os painéis solares operam pelo mesmo processo – um fóton de luz gera um excíton – uma quasipartícula composta pela associação entre uma carga negativa e uma carga positiva, que pode então ser convertido em corrente elétrica, liberando um elétron.

“Ao desenvolver uma nova regra de projeto para materiais de fissão de singleto criamos materiais de fissão de singleto intramoleculares mais eficientes. Essas melhorias abrirão caminho para células solares mais eficientes,” disse o professor Luis Campos, líder da equipe, em declarações à imprensa.

Além de beneficiar a produção de energia solar, os excitons podem ser usados em processos fotocatalíticos em química, sensores e imagens.


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