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Solar deve gerar quase 4,8 mil empregos este ano no Ceará

  • grupomotaservicos
  • 10 de fev. de 2020
  • 2 min de leitura

Segundo Sindienergia-CE, potência de energia solar no Ceará deve praticamente dobrar ao longo de 2020 e gerar novos 4,8 mil empregos diretos

A potência de energia solar no Ceará deve praticamente dobrar ao longo de 2020 e gerar novos 4,8 mil empregos diretos, de acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado do Ceará (Sindienergia-CE), Benildo Aguiar. O estado terminou 2019 com cerca de 284 megawatts (MW) instalados.

Hoje já são cerca de 500 empresas no estado, que geram 2,5 mil empregos diretos. “Assim como nós superamos as metas no ano passado, queremos superar as projeções para 2020 também”, afirma Aguiar.

Segundo monitoramento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o número de instalações de geração distribuída (tipo de instalação para residências, comércios e pequenas indústrias) cresceu 142%, em 2019 no estado, passando de 1,7 mil em 2018 para 4,3 mil. E esse número já passou para 4,4 mil em janeiro.

O crescimento também pode ser observado na geração centralizada (correspondente às grandes usinas de geração de energia solar fotovoltaica), cujo potencial instalado no Estado avançou 59%, com mais 81 MW em 2019, totalizando 218 MW. Nos próximos anos, ainda haverá o acréscimo de 1 GW de potência com construção de mais 29 usinas fotovoltaicas.

“O estado ainda tem muito espaço para crescer, pois apesar de todo esse avanço temos apenas 0,2% do nosso potencial já está sendo explorado”, destaca Aguiar. Ele acredita que a queda nos preços das placas aliada as novas tecnologias do sistema colaboram para impulsionar o setor. “Nos últimos cinco anos, o preço para o consumidor final caiu cerca de 60%. Está bem mais acessível. E vai continuar caindo, talvez não na mesma proporção”, diz.

O aumento do número de linhas de financiamento disponibilizadas pelos bancos, com taxas mais atrativas também tem facilitado o financiamento do sistema para residências, comércios e indústrias. “Com o passar dos anos, as empresas estão mais experientes e têm investido na capacitação de seus funcionários, trazendo maior confiança dos consumidores no sistema”, finaliza.

O cenário econômico com sinais de melhora na economia também vai colaborar para o maior crescimento no setor solar. “A partir da retomada da economia, a demanda por energia elétrica aumentará, o que favorece a expansão do mercado de energia solar”, comenta Guilherme Susteras, coordenador do grupo técnico da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), lembrando que a fonte solar representa apenas 1,4% da matriz energética do país, embora tenha um dos os maiores potenciais do mundo.


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